Eu quero ser feliz

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sábado, 30 de abril de 2011

NOVA RADIO EM DEFESA DOS ANIMAIS.






http://www.radiodefesadosanimais.com/
Você está na Rádio Defesa dos Animais, 
a primeira rádio on-line para defender 
os animais contra a escravidão e a exploração humana.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Cultura Chinesa

Arte, religião, culinária, pintura, idiomas, religião, invenções e música.
 
Os tradiciolistas, não concordam e não aceitam muitas coisas, gostos e opiniões.
Mas o que vocês achariam de se quisessem acabar com o carnaval no Brasil?
(Pra mim seria um favor) 
Mas para a maioria dos brasileiros, seria o fim.
Mesmo sendo trazida de outras culturas, agora faz parte da nossa.
Tenho visto muitos protestos, vídeos e criticas com relação a China, 
com relação ao consumo de carne de cachorro. 
Por mais repugnante que seja, isso faz parte da cultura daquele país.

Culinária CHINESA
Os chineses utilizam muitos ingredientes, molhos (shoyu é o mais conhecido) e temperos em sua culinária. Arroz, peixe, carnes vermelhas, broto de bambú e legumes são utilizados em diversos pratos. Uma espécie de biscoito, fino e crocante, o rolinho primavera, é um dos alimentos chineses mais conhecidos no Ocidente. Um alimento consumido na China, e considerado exótico no Ocidente, é a carne de cachorro. Outros alimentos consumidos pelos chineses, e não muito comuns no ocidente, são: carne de cobra, escorpião, besouros e cavalo-marinho.

As pessoas estão tão preocupadas com os chineses comerem carne de cachorro, 
“ que faz parte da cultura deles”
Mas não olham e nem cuidam de seu próprio país- “BRASIL”.
Quantos de nossos silvestres estão sem roubados e levados para exterior, para agradar os mancebos milionários nas decorações de suas mansões?  Mais da metade deles morrem antes mesmo de sair do território brasileiro.
 Quantos animais estão sendo expulsos de seu habitat natural com 
a invasão demográfica? totalmente alienada.















Quantas de nossas florestas estão desaparecendo pelo mesmo motivo?















Quantos dos nossos animais domésticos estão massacrados todos os dias? 
Nas ruas e mesmo nas mãos de donos irresponsáveis?


















Vocês querem lutar e brigar contra os comedores de cachorros? Então vigiem seu estado, sua cidade, seu bairro, sua rua para que essa cultura não invada nosso país.
O BRASIL é a mãe de todos...recebe todos de braços escancarados,   
cada um com suas nojentas culturas, e cabe a nós, que vivemos aqui, 
consumimos aqui, pagamos impostos aqui, vigiarmos e impedirmos isso. Além de cuidar do que é nosso.
Não é BRASIL ACORDA... e sim BRASILEIROS ACORDEM!!!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A palavra do mestre, Jorge Pereira fala sobre Pitbulls

Consultor comportamental Jorge Pereira conversa sobre 
Pitbulls com Angela Miranda do programa TV Animal do Site da Granja.



Mordam a lingua midia venenosa. Que busca só tragédia com estes cães.

Pit bulls são recepcionistas de salão de beleza na Zona Leste de SP

Bill e Billy também atraem clientes e fazem ‘bico’ de segurança à noite.


Para proprietário, temperamento de cão depende de criação.


Paulo Toledo Piza 
Do G1 SP























Billy (à esq.) e Bill em momentos de descontração (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)

Alguns salões de beleza inovam o atendimento oferecendo mimos como 
massagens, cafezinhos e bombons. Um cabeleireiro na 
Zona Leste de São Paulo, porém, foi além e colocou como 
recepcionistas dois grandes cães da raça pit bull. 
Apesar do tamanho e da cara de mau, a dupla é mansa e 
virou xodó dos clientes do salão.


Bill e Billy chegaram filhotes ao sobrado situado na Avenida João Neri de Carvalho, 

região de São Miguel Paulista. No térreo, são feitos os cortes de cabelo e 
tratamentos de beleza; 
no andar superior fica a casa onde vive o casal de cabeleireiros Eduardo Yamada, 
de 43 anos, e Norma Menezes, de 53. “Como eram filhotinhos, 
os clientes achavam bonitos e queriam brincar”, 
contou Yamada. “Eles acostumaram com as pessoas e acabaram ficando no salão.”


Essa interação constante desde pequenos fez com que os cães se acostumassem 

ao vaivém de diferentes pessoas. E, segundo Yamada, contribuiu para que a 
dupla se tornasse dócil. 
“Acho que todo bicho que é criado amarrado acaba ficando bravo.
Um vira-lata acorrentado será agressivo.”


Num primeiro contato, a presença de Bill e Billy impressiona. 

A equipe de reportagem do G1 esteve no salão na quarta-feira (23). 
Ao entrar no estabelecimento, nenhum sinal dos cães. 
“Eles estão dormindo. Espera que eu vou chamar”, afirmou Yamada. 
Com um simples assobio, os bichos apareceram. O primeiro a “se apresentar” 
foi Bill, de 10 anos. Marrom e branco, ele impõe respeito. Seu rabo abanando
freneticamente de um lado para o outro, porém, 
mostrava que suas intenções eram boas.

Apesar da idade avançada em se tratando de cães, ele está bem fisicamente. 

Além de correr, saltar e brincar com um pneu de moto como qualquer 
jovem pit bull, Bill sabe alguns truques úteis, como abrir portas e levar sacolas 
de compras escada acima.


O outro cachorro é Billy, de 5 anos. Branco e com olhar firme, ele é mais contido,

mas muito brincalhão e sempre está atrás de Bill. Quando a noite cai, porém, 
a dupla muda de comportamento e faz um “bico” de segurança.
“Quando fecha o salão, eles ficam bem espertos e latem ao primeiro barulho
estranho, para avisar se algo errado está acontecendo”, 
disse o filho do cabeleireiro, Bruno, de 22 anos.



Clientes

Yamada garante que se o cliente tiver medo os cães são presos. 

“Eu só preciso dar a ordem que eles saem. Eles ficam tristes, mas tudo bem.” 
A contadora Vilma Paterniani Iunes, de 46 anos, fez isso durante um tempo. 
“No começo eu pedia para eles saírem. 
Mas com o tempo, fui acostumando e agora gosto muito deles.”

Dona do salão, Norma Menezes afirmou que seus cachorros, 

além de ajudarem na segurança e na recepção, atuam como chamarizes 
do estabelecimento. “Tem gente que entra aqui só para ver os dois.” 
Seu marido contou que muitos passaram a cortar o cabelo lá por causa dos pit bulls. 
“Só o Bill atraiu uns dez clientes.”

Bill descansa em cadeira de salão (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)