Eu quero ser feliz

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sábado, 31 de março de 2012

Quem compra animais SUSTENTA ISSO - Nova Denuncia - Sorocaba /SP

DENÚNCIA DE CRIADOURO CLANDESTINO EM SOCOCABA

by lambidasamigas/ Ana Claudia Cardoso
ESSES SÃO OS 'YORKS' QUE VC. COMPRA...É ISSO QUE A GENTE CANSA DE FALAR AQUI. ESSES FDP DESSES CRIADORES MALDITOS SÓ CONTINUAM COM ESSE HOLOCAUSTO PORQUE TEM OS COMPRADORES...ELES SÓ PENSAM NO LUCRO E POUCO OU NADA SE IMPORTAM COM OS ADORADOS CÃEZINHOS. VEJAM AS CONDIÇÕES? VEJAM O APERTO E A SUJEIRA DAS GAIOLAS, VEJAM O DESAMOR QUE O IMBECIL TEM NELES...SE LUCRAM COM ELES, ÓTIMO, SE CASO ALGUM FIQUE DOENTE ,NÃO GASTAM UM CENTAVO PRA SANAR A DOR DO BICHINHO...
NÃO COMPRE ANIMAIS, ADOTE!!!!!!!!!!!!!!!!
Hoje, 27 de março de 2012, juntamente com a Policiais da Policia Ambiental de Sorocaba, aos quais aqui deixamos nossos sinceros agradecimentos, atendemos a denúncia de um criadouro clandestino aqui em Sorocaba, cujo endereço não vamos divulgar por enquanto, pois à proprietária do local, foram dados 15 dias de prazo para que esses animais sejam retirados dessa situação deplorável, um lugar onde mais parece um holocausto.
Estarei fiscalizando pessoalmente o cumprimento das determinações da Polícia Ambiental e, caso essa senhora, que diz amar seus animais, não cumpra com o prometido, estaremos acionando novamente a polícia Ambiental e demais Órgãos competentes,
AÍ ENTÃO, DIVULGAREI NOME E ENDEREÇO, POIS PRECISAMOS NOS MOBILIZAR PARA FAZER COM QUE ESSA GENTE SAIBA QUE ESTAMOS ATENTOS E EXIGIMOS RESPEITO PARA COM NOSSOS IRMÃOZINHOS PELUDOS. MEUS AMIGOS,
DENUNCIEM!!! SE ALGUÉM SOUBER DE CRIADOUROS CLANDESTINOS, ONDE ANIMAIS SÃO SUBMETIDOS A ESSE TIPO DE TRATAMENTO, NÃO SE CALEM. NÃO SEJAM CONIVENTES COM ESSA BARBÁRIE!!!
Fonte: Marcelo Marques de Abreu e Beth Camacho, Facebook.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=362312657146968&set=a.3...
lambidasamigas/ Ana Claudia Cardoso | março 29, 2012 at 10:27 pm |

sexta-feira, 30 de março de 2012

Quem COMPRA ANIMAIS - Sustenta isso.

SP: 130 cachorros que sofriam maus-tratos são resgatados em casa.




Os animais estavam com fome e com sede presos em uma residência em Botucatu, no interior do Estado
Foto: Vigilância Ambiental/Divulgação

A Vigilância Ambiental em Saúde (VAS) e a Polícia Militar de Botucatu, no interior de São Paulo, apreenderam 130 cachorros que sofriam maus-tratos. Em situação precária, os animais estavam debilitados, presos e dentro de gaiolas, em uma residência na Vila Casa Branca.
De acordo com informações da Vigilância Ambiental, após uma denúncia e com uma liminar da Secretaria Municipal dos Negócios Jurídicos, foi realizada uma inspeção na casa e ficou comprovado que os cachorros viviam em um local sem higiene e com falta de espaço físico para comportar tantos animais.
A Associação Protetora dos Animais de Botucatu (APA) foi acionada e auxiliou na retirada dos cachorros da residência. Alguns animais de raça seriam utilizados para reprodução e venda de filhotes. "Estava todos em gaiolas, muito doentes e debilitados. Esses cães eram usados como máquinas de reprodução. Dormiam um em cima do outro, sem higiene, com fome, sede. Eram tratados como um nada", afirmou uma veterinária que constatou a situação.
A proprietária da residência poderá ser autuada por maus-tratos. O comércio de animais em Botucatu deve estar de acordo com uma lei municipal, pelo qual os criadores que não são regularizados podem ser autuados e perder seus animais.








Pensem antes de comprar um animal!!!
Procurem conhecer a origem desse animal....como seus pais são criados, e em que ambiente/condições eles são criados!!

Fonte: http://animaisos.org/?n=4443


Parte dos 130 cães resgatados em casa em Botucatu (SP) é sacrificada

Foto: Cães eram mantidos em gaiolas em péssimas condições de higiene (Vigilância Ambiental em Saúde/Divulgação)

Parte dos 130 cães resgatados pela Vigilância Ambiental e Saúde (VAS) e pela Polícia Militar na quarta-feira, em uma residência de Botucatu, a 264 km de São Paulo, foi submetida à eutanásia. Segundo Gabirella Gonzales, veterinária e coordenadora da VAS, os animais foram encontrados em situação crítica presos dentro de gaiolas em uma residência na Vila Casa Branca. Utilizados para reprodução e venda de filhotes, muitos dos animais tiveram de ser sacrificados.

De acordo com a veterinária, o sacrifício foi necessário devido ao grau de sofrimento que alguns dos animais se encontravam. "Encontramos os 130 animais muito debilitados. Não sei ao certo quantos precisaram passar por eutanásia, posso dizer que dois filhotes de yorkshire estavam agonizando quando encontramos e não tinha mais nada que pudéssemos fazer", lamenta.

Segundo Gabriella, através da Associação Protetora dos Animais (APA), um grupo de veterinários voluntários está cuidando dos cachorros que foram resgatados. "Esses cachorros necessitam de extremo cuidado. O local onde eles estavam era inadequado, sem condições físicas e de higiene. Era um caso de saúde pública", aponta.

Após a repercussão do resgate, é grande a procura para adoção dos animais, principalmente por serem cães de raça, como maltês, yorkshire, pequinês, shih-tzu, entre outros, com alto valor de mercado. Mas, segundo a Associação Protetora dos Animais, não é este o momento. "Agora, precisamos cuidar desses cães, tratá-los e recuperá-los. Depois vamos pensar em adoções", explica uma das voluntárias, que completou. "Nossos telefones não param devido a este assédio, não podemos divulgar o paradeiro desses cães. Eles estão divididos entre os veterinários", disse.


Ajuda

O gasto com medicamento e alimentação para estes cães preocupa a APA, que, através das redes sociais e dos veículos de comunicação, está divulgando o número da conta bancária da associação, para que as pessoas interessadas em colaborar, com qualquer quantia, possam fazer doações.

"Compramos alguns sacos emergenciais de rações e até agora já recebemos bastante da população, bem variada e de ótima qualidade. Porém, ainda precisamos de recursos financeiros para mantê-los em tratamento e recuperação, e após castrá-los.
Toda arrecadação será revertida para o bem estar desses animais. Nossa conta é no banco Itaú, agência 0223 - conta corrente número 47803-3. Qualquer dúvida, as pessoas podem entrar em contato com nossa central (14) 9701-2088", divulgou a APA em redes sociais.

Propagando o preconceito


Escola de SP cola texto preconceituoso sobre gatos no mural dos alunos
29 de março de 2012 às 17:00
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Foto: Divulgação
Comecei a fazer curso no Senai Bom Retiro e no segundo dia encontrei uma colônia de gatos, e como infelizmente não posso resgatá-los, passei a levar ração.
Semana passada o coordenador da escola veio até minha sala falar comigo para me proibir de dar comida para os gatos, entre as coisas que ele falou, que era para deixar os gatos sem comida para eles comerem os ratos, que foi o CCZ que falou que não era para alimentar nem dar água para os gatos porque alguns estão sem castrar, e que o diretor falou que não era para alimentar, para eles saírem de lá. Respirei fundo engoli tudo e não falei nada.
Até aí, tudo bem, continuo levando ração, mas agora fiquei com muito ódio, colaram um texto enorme falando que gatos transmitem doenças para humanos e por isso não era para alimentá-los. Olhem só um trecho do texto. Como pode uma escola veicular esse tipo de informações para os alunos?
E para completar, falava que se vissem alguém alimentando os gatos, era para denunciar essa pessoa. Conversei com funcionários e eles falaram que foram ameaçados de serem mandados embora caso alimentassem os animais.
Tenho medo do destino que querem dar para esses gatos.
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Foto: Divulgação
http://www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2012/03/23032012003.jpg
Foto: Divulgação
O e-mail do Senai do Bom retiro é senaivestuario@sp.senai.br

terça-feira, 27 de março de 2012

Repórter Justiça - Direito dos animais

 
 Enviado por reporterjustica em 12/03/2012 Cachorros, gatos, cavalos e até mesmo elefantes.
Seja em casa como bichos de estimação ou nas ruas, as histórias de maus tratos se repetem em todo o país. Na capital federal, a Delegacia Especial do Meio Ambiente recebe em média quatro denúncias por dia. No Repórter Justiça desta semana você vai conhecer a história dos cavalos Peleguinho e Greg Rufino

sábado, 24 de março de 2012

Baleias francas visitam o litoral brasileiro

As baleias francas, segunda espécie de baleia mais ameaçada de extinção no planeta, sempre tiveram destaque em ((o))eco. Desde 2004 publicamos várias reportagens e colunas sobre elas. Enquanto algumas traziam más notícias, como a falta de recursos do Projeto Baleia Franca em 2010, outras eram mais felizes, como a que relatou o crescimento no número de baleias que visitaram a costa brasileira e.... As duas da foto foram fotografadas por nosso colunista José Truda.

domingo, 18 de março de 2012

CAMINHAS FEITAS EM CASA, DE PVC...

MAIS UMA DESCOBERTA BACANA NO FB, AUDOREI O BLOG DICAS PELUDAS, ACHEI SENSACIONAL!
OBRIGADA POR COMPARTILHAREM CONOSCO ESTAS CAMAS FOFAS.
CAMAS FEITAS DE PVC EM CASA:
ELAS SÃO DE FÁCIL MANEJO, HIGIÊNICAS E SUPER RESISTENTES.
COM CANOS, JUNTAS , TELA DE NYLON( OU LONA COMO PREFERIR) ,UM POUCO DE TALENTO E ELA ESTÁ PRONTA!
ÓTIMA PARA SER USADA EM CANIS, POIS ISOLA DA UMIDADE DO CHÃO, NO CALOR DEIXA PASSAR O AR, NO INVERNO É SÓ COLOCAR UMA MANTINHA E JÁ FICA QUENTINHA.
DIFERENTE DOS ESTRADOS É FÁCIL DE LAVAR, DESINFETAR E POR SER MUITO LEVE,É FACILMENTE REMOVÍVEL.
TAMBÉM IDEAL PARA ANIMAIS COM PROBLEMA DE INCONTINÊNCIA URINARIA.
VEJA O PASSO A PASSO DE COMO FAZER UMA, AINDA ALGUMAS SUGESTÕES DE MODELOS PARA QUEM QUISER OUSAR.
Você vai precisar de canos, 4 junções de 3 saídas e se quiser colocar perninhas compre roscas e acabamento. (Não se esqueça da Tela de Nylon), roscas e acabamento.
Tenha em mente as medidas certas do tamanho da caminha que pretende fazer, desta forma você pode pedir que na loja mesmo os canos sejam cortados, te poupando este trabalho.
Exemplo de um modelo de junção que pode ser utilizado.
Veja como unir as peças.
Planeje bem o tamanho da caminha para seu cão. Com as medidas certas você pode pedir para que o cano já seja cortado na própria loja, assim você só terá o trabalho de encaixá-los.
Só encaixar e você já tem a base da cama. Agora é só escolher o tecido.
Este já está sonhando com a caminha nova rsss.
Montagem dos pés, caso queira elevar a cama.
Aqui é possivel observar como são fixados.
O tecido pode ser preso com parafusos direto no cano, ou ser preso com botões de pressão, que o deixa bem fácil de ser removido.
Outro modelo. Junção curva.
O mesmo processo.
Ajustando o tecido
Fixando com parafuso.
Deixe bem firme.
Agora é só curtir a caminha nova.
Aproveitando espaços.
Essa é em tubos de ferro, mas porque não, adaptar para o PVC?
O uso da Tela de Nylon é fundamental para os animais que sentem calor ou tenham problemas de pele, e principalmente os com incontinência urinária. Ela não deixa a urina se acumular. Veja na figura seguinte como deixar a caminha de seu peludo com incontinência bem confortável e prática.
Veja como ela funciona com cães com incontinência. Coloque um bandejão sob a caminha para aparar a urina.
É prático e fácil de manter tudo limpinho.
Por Denise Dechen, Neide Santos, Duda de Souza e Jackie Turato.

terça-feira, 6 de março de 2012

Comandante de batalhão de Guarulhos (SP) diz que CCZ não deve se responsabilizar por proteção animal

Entrevista

Comandante de batalhão de Guarulhos (SP) diz que CCZ não deve se responsabilizar por proteção animal

06 de março de 2012 às 9:40

 


A proteção animal deve estar nas ações das secretarias de meio ambiente (Foto: João Machado)
Cada vez mais frequentes em círculos de discussões, a defesa dos direitos dos animais e as políticas para sua viabilização refletem diretamente em análises sobre as ações dos Centros de Controle de Zoonoses (CCZs) das grandes cidades. Em Guarulhos o quadro não difere.
Para o comandante do 31º Batalhão da Polícia Militar de Guarulhos, tenente coronel Antonio Belucci, que há cinco anos concilia sua carreira de três décadas na corporação com o resgate de cães em situação de risco, um dos passos para a solução em torno do assunto pode estar em um remanejo nas secretarias municipais.
O coronel Belucci já resgatou dezenas de cães das ruas, a maioria parte muito doente e vítimas de maus-tratos, e defende que questões relacionadas à proteção animal sejam retiradas da alçada dos CCZs, que são geridos pelas secretarias de Saúde.
Com perspectivas de aposentadoria na PM em maio, Belucci conta ainda em entrevista à Folha Metropolitana momentos marcantes de sua trajetória na corporação, além de explanar suas análises sobre o papel da polícia, os desafios da segurança pública e o combate à criminalidade.
Folha Metropolitana – Por que a proteção animal não deve estar vinculada ao CCZ?
Antonio Belucci – Os Centros de Controle de Zoonoses, como o próprio nome diz, devem ser responsáveis pelo controle de zoonoses, de doenças, para a saúde animal e a saúde pública. Por isso eles estão vinculados às secretarias de Saúde. A proteção animal e a garantia dos direitos dos animais devem estar dentro das ações das secretarias de meio ambiente, que cuida de questões pertinentes a isto.
FM – Qual sua avaliação sobre o funcionamento do CCZ de Guarulhos?
Belucci – O CCZ opera em seu limite, quer dizer, não dá conta da demanda. É como falei: não deveria englobar ações relacionadas à proteção. Também considero que sua estrutura possa não ser adequada para o tratamento de todos os animais recebidos. Não sei se há uma enfermaria adequada, profissionais 24h para os animais em tratamento, enfim, é preciso avaliar estas questões. E eu não estou falando isso no sentido de apontar os profissionais de lá, mas o funcionamento de maneira de geral, levando em conta também a concepção dos CCZs.
FM – Como começou sua trajetória em resgate animais?
Belucci – Quero deixar claro que não me considero protetor animal, nem acho que o que faço é resgate. Acolho animais de acordo com o possível, não tenho abrigo, não sou ligado a ONGs, enfim. Essa história começou em 2007, durante uma desapropriação em uma comunidade, quando um cachorro doente estava prostrado sob o sol quente enquanto a família era desapropriada e o trator tentava entrar para demolir. Ele estava com berne ao redor do rabo. Olhei, senti pena e pedi para que soldados o levassem à clínica da Universidade Guarulhos. Lá ele se recuperou, ficou um tempo no batalhão, ganhou o nome de Moleque, até que um dos PMs o levou para casa. Mas, infelizmente, ele acabou fugindo e não foi mais localizado.
FM – Quantos cães já resgatou?
Belucci – Foram vários. Houve uma época em que eu tentava contar quantos havia recolhido e ajudado, porém, desisti, perdi a conta. Sei que muitos foram para um novo lar, alguns não resistiram, mesmo com tratamento. Atualmente estou com oito cães no batalhão prontos para doação.
FM – Qual o principal desafio para a defesa dos direitos do animal?
Belucci – Pode parecer que não, mas considero que o maior desafio esteja relacionado à questão cultural. Inclusive, por este fator, muitas vezes o que vemos como maus-tratos, a pessoas que o comete não entende como sendo. Falta conhecimento para que haja posse responsável, há a questão financeira, pois muitas vezes uma família não tem condições de oferecer as vacinas, uma ração adequada.
Entrevista completa: